Este mês tive uma experiência desagradável no MBA, por falta de comprometimento da equipe o que me fez pensar como os profissionais agem dentro de equipes no âmbito profissional.
Passei uma vergonha enorme quando metade da equipe faltou no dia da nossa apresentação do trabalho de conclusão de módulo e eu tive que apresentar a parte dos membros faltantes, no qual estava cheio de erros de português e com uma apresentação cansativa, fazendo um paralelo penso se estes profissionais agem do mesmo modo no âmbito de trabalho. Pode ser que sim ou não, mas não vou saber já que minha relação é restrita ao MBA, mas posso ver que foi uma falta de coordenação, papel que ninguém desempenhou na equipe apesar de eu montar o que cada um deve-se fazer não houve uma cobrança e revisão de qualidade no trabalho resultando na situação desagradável.
já no âmbito profissional este tipo de situação não pode acontecer de forma alguma, pois trabalhamos com metas e resultados.
Aprendi uma lição que mesmo em ambientes diversos uma equipe deve ser gerenciada e direcionada, espero que a equipe tenha aprendido a dela, responsabilidade não importa aonde.
Marcus Vinicius C. Silva
No MBA me foi solicitado ler um livro chamado a “Quinta Disciplina” de Peter M. Senge (muito bom por sinal) e que apresenta-se um seminário sobre o capitulo modelos mentais. E isso me chamou a atenção em atitudes de pessoas em projetos.
Por natureza um projeto grande possui pessoas de áreas diferentes e que pensam de maneiras diferentes, e isso resulta em conflitos e incertezas, mas tudo isso acontece porque todos possuem modelos mentais diferentes.
Modelos Mentais segundo Peter M. Senge nada mais é que “embora não se comportem [ sempre] de forma coerente com suas teorias esposadas [aquilo que dizem], as pessoas comportam-se de forma coerente com suas teorias em uso [seus modelos mentais]” , olhando deste ângulo podemos trabalhar esses modelos mentais dentro de projetos. Primeiramente é aceitar que pessoas pensam de maneiras diferentes, e não encarar isso de maneira negativa, mas sim positiva porque abre uma margem para usar estes modelos em favor da equipe e resolução de problemas. Um gestor pode trabalhar modelos mentais diferentes em um problema e chegar a uma solução mais rapidamente e com uma qualidade superior.
Trabalhar modelos mentais é uma oportunidade dentro de projetos para ganhar produtividade, qualidade, engajamento e satisfação, mas se não for bem aplicada pode gerar exatamente o oposto.
Marcus Vinicius C. da Silva
Esta semana no projeto nos deparamos com uma situação que retrata como o planejamento estratégico é essencial para um atendimento de prazo, mas com qualidade.
Foi substituído o gerente de projeto da consultoria e o mesmo parou todos os trabalhos (entenda-se enrosco) que estavam sendo feitos e já atrasados e focou na qualidade de elementos básicos como, por exemplo, a estrutura organizacional e foi uma revolução. Muitas das coisas que estavam “travadas” fluíram com uma facilidade tirando aquela sensação de obscuridade pela falta de qualidade e surpreendentemente ganhamos tempo com isso.
O que nos faz pensar que nem sempre vale apena correr só atrás de prazos porque podemos estar atrasando ainda mais e com qualidade podemos facilitar e ganhar tempo.
Marcus Vinicius C. Silva
Bom esse é o meu primeiro Post neste Blog e ainda nem editei as configurações do WordPress, mas eu chego lá, bem hoje voltando do trabalho estava lendo o livro que comprei recentemente “Google – A História do negócio de Mídia e tecnologia de maior sucesso de nossos tempos” de David A. Vise e Mark Malseed (eu moro pertinho do trabalho e leio andando) , neste tempo consegui ler a introdução que mostrou a expansão e poder de fogo do Google o que me fez pensar em como uma geração muda de foco tão depressa e uma empresa consegue tamanho destaque repentinamente em uma década.
Vejamos em quesitos históricos a IBM cresceu com seus poderosos Mainframes em seguida a Apple, Intel e Microsoft iniciam a era do PC (O livro só da destaque a Intel e Microsoft o que não concordo ) que agora estamos presenciando o surgimento do Google na era da Internet com potencial para se tornar mais poderosa que essas empresas juntas, pois esta conseguindo informações que nenhuma delas tem o “gosto do cliente”. O Google com suas telas simples, serviços “grátis” e propaganda focada esta conseguindo chegar tão perto do desejo do usuário que pode conseguir vender qualquer coisa, e oferece serviços que até hoje tínhamos exclusivamente para desktop e esta transformando como vivenciamos o uso do PC e internet podemos dizer que isso é o inicio da 3º era da informação mas a questão é como isso vai afetar a privacidade e o “modo de vida” (ai essa foi boa) das pessoas.
Ps. Vou continuar lendo o livro e colocando comentários.